19 de fevereiro de 2013

Bruninho é eleito o melhor levantador do mundo



O levantador da seleção brasileira de vôlei e do RJX (RJ), Bruninho, foi eleito o melhor da sua posição em 2012 após votação popular realizada pelo site italiano Volleyball.it. Depois de quatro etapas da disputa, Bruninho enfrentou o compatriota Raphael, que defende o Trentino, da Itália, e venceu com votação apertada. Na decisão, Bruno teve 52% dos votos, enquanto Rapha contou com 48%.
O brasileiro recebeu a notícia com orgulho, mas destaca que a alegria tem como base maior um ponto específico. “Fico feliz por essa eleição por ser realizada através do voto popular. Com isso vejo que tenho muitos fãs, muitos amigos e gente que gosta de mim e de me ver jogar”, comentou Bruninho.
Sobre o título de melhor levantador do mundo em 2012, o brasileiro minimiza a escolha. “Não sei se sou merecedor. Sou muito auto crítico e não tenho essa certeza toda em relação a ser o melhor. Até porque não sou, nem pretendo ser, unanimidade. A minha felicidade é realmente em saber que tem tanta gente que admira o meu trabalho”, destacou Bruno.
Em ação atualmente na Superliga masculina de vôlei 12/13, onde defende o RJX (RJ), Bruninho acredita que a eleição dará uma força ainda maior para seguir adiante na competição.
“Qualquer coisa nesse sentido é muito importante e dá um ânimo maior para entrar em quadra todos os dias e desempenhar o meu papel. Saber que tem tanta gente que admira o meu jogo é mais um motivo para trabalhar cada vez mais e recompensar todas essas pessoas dando o meu máximo”, concluiu Bruninho.
Os demais vencedores da eleição foram o oposto búlgaro Tsvetan Sokolov (Cuneo-ITA) e o ponteiro búlgaro Matey Kaziyski (Trentino-ITA), o central sérvio Marko Podrascanin (Macerata-ITA), e o líbero francês Hubert Henno (Trentino-ITA). O técnico Radostin Stoytchev (Trentino-ITA), também da Bulgária, foi eleito o melhor. Todos esses atletas atuam na Itália, o que dá ao levantador brasileiro ainda mais destaque.
Bruninho estará em quadra pelo RJX pela primeira vez após ser eleito o melhor do mundo na próxima QUINTA-FEIRA (21.02), às 21h, na partida contra o Vivo/Minas (MG). O confronto será na Arena Vivo, em Belo Horizonte (MG), e terá transmissão ao vivo do canal SporTV.

18 de fevereiro de 2013

Jefferson e Bruninho: ídolos com mãos gloriosas e paixão pelo Botafogo

Rio -  Às vésperas do clássico diante do Flamengo pela Taça Guanabara, um botafoguense ilustre teve o prazer de pisar pela primeira vez no Engenhão. Com DNA alvinegro, herdado do pai, Bernardinho, o levantador Bruninho, do RJX, relembrou os tempos de torcedor fanático, com direito até a bate-papo com o ídolo Jefferson. Craques com as mãos nas quadras e nos gramados, eles falaram sobre a paixão pelo Glorioso e festejaram o encontro trocando camisas.



Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia

“É um clássico, é difícil de prever muita coisa. A gente sabe das dificuldades, ainda mais no início da temporada, quando os jogadores ainda estão entrando no ritmo. Eu desejo muita sorte. O time está se encaixando. Espero que consiga essa vitória para encaminhar o primeiro lugar no grupo e depois esperar o cruzamento para as semifinais da Taça Guanabara”, comentou Bruninho, que estará neste domingo em São Paulo, mas na torcida pelo Fogão.

Feliz com a visita, Jefferson agradeceu o apoio.

“Vou passar isso para o grupo. A gente agradece a força do Bruninho, um cara que é líder na sua função. Ele dispensa comentário, assim como o pai, Bernardinho”, ressaltou.

O camisa 1 espera retribuir o incentivo acabando com um jejum.

“O Botafogo nunca venceu o Flamengo no Engenhão. É uma motivação a mais para a gente mostrar a nossa força dentro do Engenhão e deixar os torcedores alegres”, afirmou Jefferson.

No bate-papo, Jefferson se interessou pelo calendário de jogos do RJX, líder da Superliga de vôlei, e prometeu retribuir a visita. Mas apenas na arquibancada. Apesar de ter 1,88m, o goleiro garantiu não levar o menor jeito para o esporte.

“Altura ele tem, poderia ter tentado, né?”, brincou Bruninho.

“De jeito nenhum (risos). Aquele negócio (rede) desse tamanho... Não sai nada”, respondeu, bem-humorado.

Já Bruninho gosta de jogar futebol e até marcou um gol na partida de fim de ano organizada por Leandro Damião em Balneário Camboriú. Mas o levantador afirmou que não se arriscaria na profissão de Jefferson.

“Goleiro não dá, não. Essa posição é ingrata”, justificou ele, elogiando o camisa 1 alvinegro.

“Ele passa segurança para o time e para a torcida. Sou fã mesmo.”

Levantador recorda tempos de torcedor fanático

Quando criança e adolescente, Bruninho era fanático pelo Botafogo. A ponto de perder a linha e quebrar diversos controles remotos em casa, para desespero da mãe, a ex-jogadora de vôlei Vera Mossa.

“Quebrei uns dois ou três controles. Na final da Copa do Brasil de 1999, contra o Juventude, lembro de ter quebrado um. Aquele jogo marcou muito, a gente tinha um ótimo time para ser campeão”, lembrou, com tristeza.
Foto: André Luiz Mello / Agência O Dia


Mas sua história alvinegra também tem momentos muito felizes, como a conquista do título brasileiro de 1995.

“Na época, estava em Campinas com a minha mãe. A final foi no Pacaembu, contra o Santos. Eu era muito novo e não tinha com quem ir. Assisti pela televisão e chorei muito. Foi uma emoção muito grande”, recordou o levantador.

Com o tempo, Bruninho não perdeu a paixão pelo Alvinegro, mas passou a administrar melhor a emoção.

“Eu era doente pelo Botafogo. Quando fomos campeões brasileiros em 1995, eu fiz o símbolo na cabeça. Com o passar dos anos, vi que é preciso ter um equilíbrio”, destacou ele, confiante na equipe atual.

“O elenco é bom. O time tem tudo para conquistar a vaga na Libertadores neste ano”.





Fonte: http://odia.ig.com.br/portal/ataque/jefferson-e-bruninho-%C3%ADdolos-com-m%C3%A3os-gloriosas-e-paix%C3%A3o-pelo-botafogo-1.549818

8 de fevereiro de 2013

Técnico do Rio lamenta maratona de jogos e pede moderação no carnaval

Marcelo Fronckowiak lembra que seu time disputou nove jogos em 27 dias e reconhece que jogadores merecem uma folga, mas sem exageros

 

PESSOAL
 
Apesar da vitória por 3 a 0 sobre o Juiz de Fora, nesta quinta-feira, que dá ao Rio a liderança isolada da Superliga masculina, com 43 pontos, nem tudo são flores para a comissão técnica e para os jogadores do time carioca. Nos últimos 27 dias, a melhor equipe da competição após 18 rodadas disputou nada menos do que nove partidas, numa incrível média de um jogo a cada três dias.
- Essa vitória é motivo de satisfação em razão do comprometimento demonstrado pelos jogadores, que, após uma maratona tão desgastante, poderiam ter apresentado um relaxamento. Foram nove jogos em apenas 27 dias, entre viagens e deslocamentos. Está complicado. Por isso temos que dar um descanso para alguns jogadores. Os organismos estão necessitando de uma pausa – alertou o treinador do Rio de Janeiro.
Apesar de pedir em tom de brincadeira para abstrair que os jogadores terão seis dias de descanso, Marcelo Fronckowiak reconhece que seus comandados merecem curtir o carnaval. Mas, ele faz um alerta:
- Eles estão liberados para curtir o carnaval, e espero que aproveitem para relaxar, mas tudo com moderação e sem exageros. Espetro que eles cumpram o dever de casa passado pela comissão técnica.
Se depender do discurso de Bruninho, o comandante do líder da Superliga pode curtir seu carnaval em paz. Apesar de confirmar presença na Marquês de Sapucaí para assistir os desfiles do Grupo Especial, o capitão da equipe carioca tem a receita exata para não exagerar e se apresentar 100% na próxima quinta-feira.
- Temos que saber curtir com responsabilidade. Temos que aproveitar sábado, domingo e segunda para ficar com a família e curtir o carnaval, mas sabendo que na terça e na quarta já temos que dar uma malhada e fazer algum tipo de exercício para voltar em forma. Eu gosto muito de desfile e devo estar na Sapucaí no domingo e na segunda torcendo pelo título do meu Salgueiro – disse Bruninho, que preferiu não desfilar.
- Fiquei sabendo que a Renascer vai ter um carro alguns jogadores do Rio de Janeiro, mas eu prefiro ficar apenas assistindo. Desfilar é muito mais desgastante - concluiu o camisa 1.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2013/02/tecnico-do-rio-lamenta-maratona-de-jogos-e-pede-moderacao-no-carnaval.html#esporte-volei


 

Rio derrota Juiz de Fora e vai pular o carnaval na liderança da Superliga

Com vitória por 3 a 0, time carioca chega aos 43 pontos e não pode ser alcançado pelo atual campeão Cruzeiro. Equipes só voltam a jogar no dia 21

 

INOVAFOTO
Depois de conquistar mais uma vitória na Superliga, a 15ª em 18 jogos, os jogadores do Rio de Janeiro terão até a quarta-feira de cinzas para aproveitar o carnaval. Tudo com o aval do técnico Marcelo Fronckowiak, e com muita moderação, já que a ordem do último compromisso antes de cair na folia era vencer o Juiz de Fora, nesta quinta-feira, no Maracanãzinho, pela 7ª rodada do returno da Superliga. Depois de um começo sonolento e com muitos erros na recepção, o Rio de Janeiro acertou a mão, derrotou a equipe mineira por 3 a 0, parciais de 25/21, 25/17 e 25/17 e chegou aos 43 pontos. Com a liderança assegurada, o bloco dos líderes da competição poderá sair pelas ruas da Cidade Maravilhosa sem maiores preocupações.

- Conseguimos fazer o que estava predisposto e manter a ponta da tabela. Nesse intervalo, é aproveitar para descansar. Temos um jogo muito pesado na volta do Carnaval - afirmou Théo, logo após a vitória.
As duas equipes, que só voltam a jogar no dia 21 de fevereiro, não terão moleza na 8ª rodada do returno. Enquanto o líder Rio de Janeiro vai até Belo Horizonte encarar o Minas Tênis Clube, que engrenou uma sequência de nove jogos consecutivos, às 21h, o Juiz de Fora terá pele frente o vice-líder Cruzeiro, às 20h, em Contagem (MG).
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O jogo
O alerta dado pelo Marcelo Fronckowiak e pelo meio de rede Lucão na véspera da partida desta quinta-feira tinha razão de ser. Depois de vencer o Florianópolis e tirar pontos de Campinas e Sesi-SP no returno, o Juiz de Fora começou a partida forçando o saque, abriu 4 a 1 e liderou o set até o 13º ponto, quando Théo, que não começava como titular desde o confronto contra o Pindamonhangaba, pela primeira rodada do returno, fez 14 a 13.
Daí em diante, a superioridade dos donos da casa falou mais alto e a liderança não mudou mais de lado. Com a combinação saque/bloqueio, os dois melhores fundamentos da equipe na Superliga, voltando a funcionar, o Rio de Janeiro fechou a parcial em 25 a 21, em 27 minutos.
Depois do susto no início do primeiro set, tudo voltou ao normal. O Juiz de Fora resistiu até a segunda parada técnica, quando perdia por apenas dois pontos (16 a 14). Mas, na volta do rápido intervalo, não conseguiu mais segurar os líderes da Superliga. Principalmente depois que Riad foi para o saque, e o Rio abriu sua maior vantagem, de 18 a 14. Com o set encaminhado, o time carioca só teve o trabalho de virar seus ataques para vencer por 25 a 17 e fazer 2 a 0 no jogo.
Lucão poupado
No terceiro set, o técnico Marcelo Fronckowiak começou com Ualas e deu um descanso para o central Lucão, que chegou a ser dúvida durante a semana depois de contrair uma virose e ter que tomar soro. A mudança, porém, não alterou o volume de jogo do Rio de Janeiro. Pelo contrário. Praticamente sem cometer erros, os donos da casa mantiveram o foco na partida e abriram 17 a 9.
Marcelo ainda pôs em quadra Thiago Sens, Athos, Bernardo e Paulo Victor, que entraram nos lugares ,de Dante, Riad, Théo e Bruninho, respectivamente. Mesmo com praticamente todo o time reserva, o ritmo não caiu e o líder da competição atropelou o rival por 25 a 17 e fechou o jogo em apenas três sets.
 Fonte: http://globoesporte.globo.com/volei/noticia/2013/02/rio-derrota-juiz-de-fora-e-vai-pular-o-carnaval-na-lideranca-da-superliga.html


 

4 de fevereiro de 2013

Filho de peixes...


Bruno Rezende tem o DNA do vôlei como herança genética e respira o esporte desde que se entende por gente. Filho do técnico Bernardinho e da ex-jogadora Vera Mossa, é um dos maiores levantadores do esporte no mundo e tem como expectativa estar no auge da carreira na Rio 2016, quando terá 30 anos. Nesta entrevista, Bruninho, como é chamado, conta como seus pais o influenciaram, fala da importância do patrocínio para o esporte e chama a atenção: o vôlei deveria ter mais espaço na TV aberta. Ele é o primeiro atleta olímpico agenciado pela 9ine.

Meio & Mensagem ›› Você é filho de um dos maiores nomes do vôlei mundial e de uma das maiores jogadoras que o Brasil já teve. Este DNA pesou para você?  Não pesa mais?
Bruno Rezende ›› Hoje em dia é mais tranquilo, mas no início tinha essa comparação. As pessoas sempre esperavam algo a mais de mim. Por ser filho de dois ex-jogadores, de duas pessoas sempre ligadas ao vôlei, tinham expectativa quanto ao meu desempenho, quanto ao que fazia e tal. Acho que a genética me influenciou e o fato de estar sempre com a bola de vôlei na mão, nos ginásios da vida, dentro de quadra. Mas não havia pressão em casa.

Meio & Mensagem ›› Nos jogos de Londres, logo após a conquista da medalha de prata, ver você chorando no pódio mexeu muito com o seu pai. Como é ter, simultaneamente, pai e técnico e ganhar ou perder ao lado dele?
Bruno Rezende ›› Não consigo ver desse jeito. Não o vejo como pai em quadra. Não fico mais ou menos feliz quando vencemos juntos. Até imagino que nossa família deve ficar. Tento não me emocionar de uma maneira diferente do que quando ganho um título sem ele.

Meio & Mensagem ›› O Rio sediará os próximos Jogos Olímpicos. O que você espera da cidade como sendo olímpica?
Bruno Rezende ›› Vamos recepcionar todos muito bem, é uma característica do brasileiro, do carioca. Somos um povo bem receptivo e esse é um ponto positivo. Espero que a gente consiga atender a todas as expectativas, principalmente em relação a transporte público. Londres tem uma malha de metrô impressionante e espero que estejamos preparados.

Meio & Mensagem ››  Onde você pretende estar em 2016?
Bruno Rezende ›› No meu auge. Estarei com 30 anos e uma experiência grande como levantador. Fisicamente, posso estar muito bem ainda. Será um dos momentos mais importantes da minha carreira, mais uma Olimpíada e no País. Minha busca é para isso.

Meio & Mensagem ››  O vôlei tem, no Brasil, o reconhecimento que merece da população e da mídia? 
Bruno Rezende ›› Por parte da população, tem aumentado nos últimos anos. Tem o reconhecimento, mas não consigo quantificar se está certo ou não. É o segundo esporte no Brasil e, sem dúvida, tem se tornado mais forte nos últimos anos. Na mídia, a seleção tem um reconhecimento interessante, mas, na época das competições de clubes, isso diminui. Poderia ter um campeonato brasileiro, como a Superliga, e ser transmitido também em um canal de TV aberta, e não só um jogo ou outro.

Meio & Mensagem ›› Você é um dos principais nomes do vôlei nacional e, com a internet, suas opiniões rapidamente viram notícias. O que acha da repercussão do que fala na mídia?
Bruno Rezende ›› Qualquer exposição de ideia ou opinião vem atona mesmo, muito forte. Há uns dois anos, as companhias aéreas começaram a cobrar a mais para quem queria sentar na saída de emergência. Achei um absurdo e coloquei no Twitter. No dia seguinte, estava em um grande jornal. Isso é complicado. Como as redes sociais e a internet, ganhamos uma maneira de nos expressar muito ampla e as pessoas nos acompanham. Tem de pensar na maneira como expõe seu pensamento. Não é como uma entrevista ao vivo. É mais importante saber se expressar para não criar qualquer ambiguidade.

Meio & Mensagem ›› Qual a importância dos patrocinadores para o desenvolvimento do vôlei?
Bruno Rezende ›› É importantíssimo. O vôlei não é como o futebol onde os clubes tem direito de imagem por meio da TV uma grande fatia de orçamento. Os times de vôlei sobrevivem com apoio de empresas privadas, com este tipo de apoio. Quando os patrocinadores querem expor a suas marcas, o vôlei tem uma visibilidade boa, com muitos jogos na tv fechada, com público grande. É importante ressaltar que um esporte lucrativo para a empresa que pretendem colocar sua marca na camisa de um clube ou time. O complicado é que, muitas vezes, não é uma relação duradoura. As empresas entram e ficam um ou dois anos, depois atingem a meta e saem. Atrapalha a incerteza de não saber se no próximo ano haverá uma equipe, por conta do patrocínio. Joguei em Florianópolis 9 temporadas e, este ano, a equipe de lá quase acabou. Depois de ter obtido 7 títulos nos últimos 10 anos. É complicado, ficamos com o pé atrás e dependendo das empresas privadas.

Meio & Mensagem ›› O que você acha da participação de atletas na publicidade?
Bruno Rezende ›› Se bem trabalhada, a imagem do atleta da um bom retorno para as empresas. O esporte tem haver com a saúde, são exemplos de pessoas bem-sucedidas. O atleta é bem visto pelas crianças e pelos jovens. Um atleta de ponta, que não tenha polêmica que envolva a sua imagem, pode se atrelar a uma marca e ajudar no seu crescimento. 

Meio & Mensagem ›› Já fez campanhas? O que leva em conta para aceitar fazer?
Bruno Rezende ›› Fiz para a Sky na última temporada. Também fiz para a Unilever. Um produto que teria dúvida de fazer seria bebida alcoólica. Querendo ou não, minha imagem é vinculada ao esporte, muitas crianças assistem. Não que eu não beba em momentos livres, mas não sei até que ponto seria viável ter a imagem atrelada à bebida alcoólica. Pensaria duas vezes. Já propaganda de cigarro não aceitaria nunca. Isso é 100% certo. 

RJX vence o Medley/Campinas e segue na liderança


Depois de perder por 3 sets a 2 no primeiro turno da Superliga masculina de vôlei 12/13, o RJX (RJ) deu o troco e venceu o Medley/Campinas (SP) pelo mesmo placar, dessa vez, pelo returno da competição. Neste SÁBADO (02.02), as equipes se enfrentaram no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ), e a equipe da casa venceu com parciais de 22/25, 25/19, 25/21, 19/25 e 15/10, em 2h38 de jogo.
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Com o resultado, o time carioca se mantém na liderança por apenas um ponto, já que foi a 40 pontos, enquanto o Sada Cruzeiro (MG) chegou a 39 após a vitória sobre o São Bernardo Vôlei (SP) também neste sábado.
O oposto do RJX, Theo, que entrou ao longo do jogo, foi eleito o melhor da partida e recebeu o Troféu VivaVôlei. “Ninguém ganha jogo sozinho. A minha entrada não mudou a partida. O nosso time tem um grupo muito forte e qualquer jogador pode fazer a diferença. Sabemos que isso é fundamental para um time que pretende chegar ao título”, afirmou Theo.
O central do time carioca, Lucão, saiu de quadra como o maior pontuador da partida, com 17 acertos. Para o levantador e capitão, Bruninho, a dificuldade já era esperada. “Sabíamos que seria uma partida dificílima. Eles ganharam da gente, do Sesi-SP e do Sada Cruzeiro, que são os três primeiros colocados. Mas nós conseguimos fazer uma boa partida a partir do segundo set e foi importante conseguir essa vitória e os dois pontos”, disse Bruninho.
Para o técnico do Medley/Campinas, Marcos Pacheco, o resultado foi bom, mas não foi melhor por detalhes. “Foi um bom jogo. Pecamos um pouco no meio do segundo set e, contra um adversário como esse, isso não pode acontecer. Eles têm jogadores experientes, acostumados a decisão e, no vôlei, vivemos de oportunidades. Hoje, não soubemos aproveita-las”, explicou Pacheco.
O Medley/Campinas volta à quadra na próxima QUARTA-FEIRA (06.02), contra o Vôlei Futuro (SP). A partida será às 20h, no ginásio Plácido Rocha, em Araçatuba (SP). O RJX jogará no dia seguinte, QUINTA-FEIRA (07.02), às 18h30, contra a UFJF (MG), novamente no ginásio do Maracanãzinho. Esse jogo terá transmissão ao vivo do canal SporTV.
O JOGO
O central Gustavão abriu o placar para o Medley/Campinas. Quando a equipe visitante colocou dois de vantagem (5/3), com cinco minutos e meio de partida, acabou a luz do ginásio. Na volta da paralisação, 15 minutos depois, o time campineiro aumentou a diferença para 7/3. Quando o Medley/Campinas fez 12/8, o técnico do RJX, Marcelo Frinckowiak, pediu tempo. Depois de grande defesa, o oposto Rivaldo se apresentou para o ataque e conseguiu o ponto para a equipe campineira: 17/14. O Medley/Campinas seguiu melhor e fechou o set em 25/22.
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Depois de vencer a primeira parcial, a equipe de Campinas voltou melhor também na segunda. Logo no início, abriu três de vantagem: 5/2. Com dois bloqueios consecutivos, o RJX empatou o set em seis pontos. Com o central Lucão no saque, o RJX passou a frente (14/13). A partir deste momento, a equipe da casa assumiu o comando do marcador. O levantador Bruno marcou ponto de saque e o RJX colocou três na frente: 20/17. Com Bruninho ainda no saque, o time carioca ainda fez 22/17. E, no erro de ataque do Medley/Campinas, o RJX fechou em 25/19.
O terceiro set começou equilibrado, com as equipes trocando pontos. No primeiro tempo técnico, a diferença era de apenas um a favor do RJX: 8/7. Contando com o apoio da torcida, o time da casa conseguiu abrir dois de vantagem na segunda parada técnica (16/14). Mas o Medley/Campinas buscou e chegou ao empate em 16 pontos. No bloqueio simples do ponteiro Thiago Alves, o RJX fez 21/18. A equipe carioca manteve o bom ritmo e venceu o set por 25/21.
Em vantagem no marcador, vencendo por 2 sets a 1, o RJX entrou melhor em quadra e logo abriu 3/1 no quarto set. O Medley/Campinas empatou em três pontos e a parcial seguiu bem disputada. Os visitantes conseguiram abrir três de diferença (9/6) e Marcelo Fronckowiak pediu tempo. No erro do RJX, o Medley/Campinas fez 12/9. O set esteve favorável ao time campineiro, que ainda fez 16/10 no segundo tempo técnico. Na sequência, o time da casa marcou três pontos seguidos e o adversário cometeu um erro, aproximando o placar: 16/14. Mas a equipe de Campinas voltou a abrir (20/16) e venceu por 25/19.
O RJX abriu 2/0 e o técnico do Medley/Campinas, Marcos Pacheco, pediu tempo. O time carioca seguiu na frente e fez 5/2. No ponto de bloqueio, os campineiros encostaram em 5/4. O equilíbrio prevaleceu e as equipes empataram em sete pontos. O RJX abriu três pontos na reta final do set (11/8). Com o ponteiro Thiago Alves, o time da casa fez 13/10 e, depois, 15/10, fechando o jogo em 3 sets a 2.
EQUIPES
RJX: Bruno, Paulo Victor, Riad, Lucão, Dante e Thiago Alves. Líbero: Mário Júnior
Entraram: Theo, Guilherme, Ualas e Thiago Sens
Técnico – Marcelo Fronckowiak
MEDLEY/CAMPINAS: Rodriguinho, Rivaldo, Gustavão, Purificação, Diogo e Renato. Líbero: Alan
Entraram: André Heller, Franco, Murilo e Jurquin
Técnico – Marcos Pacheco


Fonte: http://www.cbv.com.br/v1/noticias.asp?IdNot=17618

2 de fevereiro de 2013

Líder da competição, RJX recebe Medley/Campinas neste sábado



O RJX (RJ) receberá o Medley/Campinas (SP) neste SÁBADO (02.02) para uma partida que marca o confronto de duas equipes que têm quase a mesma campanha, mas que estão distantes na tabela da Superliga masculina de vôlei 12/13. O time carioca tem 13 vitórias e três derrotas, 38 pontos é o líder. O Medley/Campinas tem 12 resultados positivos e quatro negativos, mas soma 29 pontos e ocupa a sexta colocação na tabela, provando o equilíbrio do campeonato. A partida pela sexta rodada do returno será às 21h30, no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ), e terá transmissão ao vivo do canal SporTV.

Para o técnico do RJX, Marcelo Fronckowiak, todo cuidado será necessário para enfrentar a equipe campineira. “No primeiro turno, fizemos um jogo difícil, onde tivemos a oportunidade de fechar, não conseguimos e acabamos perdendo. Eles têm uma equipe que sempre corre atrás do resultado e, por isso, temos que ficar muito atentos o tempo todo”, destacou Fronckowiak, lembrando do resultado de 3 sets a 2 para o Medley/Campinas no turno.
Para esse segundo encontro, o treinador do RJX aposta em pontos que considera principais neste campeonato. “Espero que esse jogo tenha a tônica da Superliga: equilíbrio e dificuldade. O time deles está sempre beliscando resultados contra os times de maiores investimentos e, assim como todos, tem crescido muito nesse segundo turno. Mas a nossa equipe tem apresentado um bom nível e a nossa maior preocupação é manter dessa forma”, disse Marcelo Fronckowiak.

Independentemente da colocação do adversário, o técnico do Medley/Campinas, Marcos Pacheco, sabe da dificuldade que seu time terá pela frente. “Claro que sabemos que alguns times têm um investimento maior, jogadores mais experientes, mas o fato é que, em quadra, existe um equilíbrio muito grande em todos os jogos. E, certamente, amanhã vai ser mais uma dessas partidas muito difíceis”, afirmou Pacheco.

Depois de vencer a UFJF (MG) por 3 sets a 2, na noite de QUINTA-FEIRA (31.01), o time campineiro chegou ao Rio de Janeiro cansado. “Fizemos um jogo muito longo ontem e, para enfrentar o RJX, mais do que treinar, vou usar muito o trabalho de vídeo e avaliação da equipe adversária. Além disso, vamos buscar uma adaptação ao ginásio e discutir as informações do time carioca”, explicou o treinador Pacheco.


Fonte: http://www.cbv.com.br/v1/noticias.asp?IdNot=17609

1 de fevereiro de 2013

RJX vence o Vôlei Futuro e reassume a liderança


O RJX (RJ) foi a Araçatuba, no interior de São Paulo, e levou a melhor sobre o Vôlei Futuro (SP), equipe da casa. O time do Rio de Janeiro venceu por 3 sets a 0 (25/23, 25/22 e 25/17), em 1h39 de partida disputada no ginásio Plácido Rocha. Com a vitória na quinta rodada do returno da Superliga masculina de vôlei 12/13, o RJX reassumiu a liderança da competição, perdida na rodada passada.
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Para voltar a primeira colocação, o time carioca contou com a derrota do Sada Cruzeiro (MG), então líder, para o Sesi-SP, também nesta quinta-feira. A equipe de São Paulo, inclusive, havia sido a responsável pela primeira derrota do RJX em casa, na rodada passada.
Entre os destaques da vitória do RJX, esteve o oposto Paulo Victor, que recebeu o Troféu VivaVôlei após ser eleito o melhor jogador em quadra. O atacante falou sobre a ausência do ponteiro Dante, que está com uma virose e desfalcou o time carioca, e, ainda, sobre como foi enfrentar o Vôlei Futuro nesta noite.
“O Dante precisava se recuperar. Ele fez muita falta, mas os ponteiros que entraram (Manius e Thiago Sens) conseguiram manter o nível contra o Vôlei Futuro, que é uma equipe muito boa. Essa vitória de 3 a 0 é muito importante, já que é difícil jogar contra essa equipe. Eles vieram com uma potência de saque muito forte nesse jogo”, destacou Paulo Victor.
O central do Vôlei Futuro, Vini, ressaltou a força do adversário. “Sabíamos que jogar com um time desse nível, líder da competição, é muito difícil. São grandes jogadores, com vasta experiência. Tivemos a chance no primeiro set, mas infelizmente não conseguimos fechar. De qualquer forma, a equipe está de parabéns. Agora já temos que pensar na próxima rodada para buscar a vitória”, disse Vini.
Após o final da quinta rodada do returno, o RJX está em primeiro lugar na classificação, seguido por Sada Cruzeiro e Sesi-SP.
Tentando manter a liderança, o RJX receberá o Medley/Campinas (SP) na próxima rodada. O confronto será no SÁBADO (02.02), às 21h30, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro (RJ), e terá transmissão do SporTV. O Vôlei Futuro continuará em casa, onde enfrentará a UFJF (MG) no mesmo dia, um pouco mais cedo, a partir das 18h.
O JOGO
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No erro de saque do RJX, o Vôlei Futuro abriu o placar. No lance seguinte, o levantador Bruninho conseguiu uma bola de segunda e pontuou para o time carioca. O RJX virou o placar, seguiu melhor e abriu quatro pontos: 8/4. A equipe paulista diminuiu a diferença e encostou em 8/7. Em outra bola de segunda de Bruninho, o RJX voltou a colocar dois de vantagem: 9/7. Depois ainda aumentou para 15/8. Quando o time de Araçatuba diminuiu a diferença para 16/14, o técnico do RJX, Marcelo Fronckowiak, pediu tempo. A reta final do set foi equilibrada. Com dois pontos de saque do central Michel, o Vôlei Futuro passou a frente em 22/21. O RJX chegou ao empate em 23 pontos e, com dois pontos do central Lucão, fechou em 25/23.
O time carioca abriu 2/0 e o Vôlei Futuro empatou. O jogo seguiu disputado e, no ace do central Vini, o time da casa assumiu o comando do placar: 5/4. Em mais um ponto de saque, dessa vez do oposto Paulo Victor, foi a vez do RJX virar (6/5). As equipes mantiveram a diferença de apenas um ponto no placar e fizeram um set equilibrado. O RJX conseguiu abrir quatro de vantagem em 18/14. O time comandado pelo técnico Marcelo Fronckowiak seguiu na frente e fechou o set em 25/22.
A terceira parcial também começou bem disputado. Em um lance curioso de Paulo Victor, que teve dificuldade no ataque, o RJX pontuou e abriu cinco de vantagem: 10/5. No bloqueio simples de Thiago Alves, o time visitante colocou o dobro de pontos no placar: 12/6. No erro de ataque do Vôlei Futuro, a equipe do Rio de Janeiro fez 16/11. O RJX seguiu no comando do placar e conseguiu a vitória em set mais tranquila da partida: 25/17.


Fonte: http://www.cbv.com.br/v1/noticias.asp?IdNot=17606