22 de janeiro de 2014

Casa Modena perde para SIR Safety Perugia

 CASA MODENA 1 - 3 SIR SAFETY PERUGIA (16-25, 25-16, 23-25, 23-25)
 
MODENA - Tinha que ser quando o Casa Modena concretizava, na classificação, o bom momento de crescimento de jogo e confiança. O nocaute do Verona no Cuneo e o confronto direto na casa do Modena poderia ser o momento decisivo da temporada. O SIR, em vez disso, confirma, merecidamente, ser a quarta força do campeonato, colocação que esteve em suas mãos desde o início da temporada.

O MOTIVO - Modena sofre, como nunca, na recepção. Perugia torna a partida própria para iniciar uma recepção mais sólida. Paolucci poderia orquestrar a equipe com a bola na cabeça, enquanto Bruninho ainda teria muito "estrada" para percorrer.

MAIS É MENOS - Perugia tem como peça fundamental o bloqueio nos dois sets decisivos. O primeiro (6) e o terceiro (4). A equipe de Kovac é ainda mais eficaz, com 7 aces e 8 erros, contra 10 aces e 15 erros do Modena, o último erro e mais grosseiro de Quesque, que fechou a partida. No time da casa falta, no equilíbrio geral, uma referência de ataque mais forte e ainda perde se fizer comparação com a recepção: 40% positivo contra 62% do Perugia, apesar de Giovi ter saído de cena no primeiro set. No geral, Perugia ganhou a disputa antes, graças a Buti e Semenzato.
 
O DESAFIO - O tão esperado confronto entre o sérvio Atanasijevic e o polonês Bartman ficou em segundo lugar. O oposto do Modena fechou a partida com 24 pontos, sendo 19 de ataque (dos 41 feitos pela equipe, ou seja, 46%) e 4 de bloqueio. Bloqueou uma vez pra fora e atacou outras 5. Errou a recepção uma vez e 4 vezes o saque. Atanasijevic encerrou o jogo com o mesmo percentual de ataque (46%, 16 dos 35), 3 bloqueios, 2 aces e 2 erros. O sérvio levou para casa o prêmio de MVP da partida e foi o protagonista do sucesso umbro. Diversas vezes, Bartman apareceu fora do tempo, mostrando sua falta de entrosamento com Bruninho, que ainda deverá ser afinado. Com Paolucci, Perugia encontrou o equilíbrio.
 
MOMENTO CHAVE - Quando o placar no primeiro set marcava 6-7, Giovi deixava a quadra por causa de uma lesão para a entrada de Fanuli, mas o Perugia não se abalou. Quando o marcador chega a 7-8 o Perugia cresce. Petric e Semenzato propiciam dois aces, um bloqueio e um contra ataque: 7-13. Vantagem insuperável para o Modena.
No segundo set, Modena cresce com um personagem. Em 10-10, o tempo técnico foi decisivo para confirmar Deroo como protagonista da parcial (15-12), e depois, duplo ace para fazer 21-13.
Um bloqueio de Vujevic em Bartman dá passagem ao Perugia, que encontra depois em Atanasijevic meios para crescer e fazer 11-14. Ao Modena, resta o contato, até que o árbitro marque uma falta inexistente (foi considerado faltoso o primeiro toque defensivo). A equipe se desuniu, faltou jogo entra Manià e Bruninho, que colidiram-se, além das reclamações de Lonrezetti: Zucca, primeiro árbitro, deu um cartão vermelho para equipe, desmotivando-a. 15-20 diante da incredulidade dos presentes. Modena não desiste e chega a marcar 23-24 com um bloqueio triplo em Vujevic, mas o atraso não compensa.
No quarto set, Modena chega junto ao SIR durante toda a parcial (4-8, 14-16, 18-20), mas o jogo se decide no final, com a bola fora de Quesque.

Tradução: Raiane Oliveira

19 de janeiro de 2014

Ainda com o efeito Bruninho, Modena vence o Ravenna




CMC RAVENNA 1 - 3 CASA MODENA (15-25, 18-25, 26-24, 17-25)

O efeito Bruninho continua e o Casa Modena vence também o Ravenna, traído por seus jogadores, que acordaram apenas no terceiro set. A equipe de Ravenna, que havia terminado bem o ano, tem um começo de 2014 complicado e deverá encontrar contramedidas para colocar as coisas no lugar.



Nos dois primeiros sets o CMC não existiu, sendo escravo de seus próprios erros (sete na parcial), em uma noite terrivelmente negativa para Cebulj. Perfeitamente orquestrado por Bruninho e seus companheiros, o Casa Modena agradeceu.



Dalla Fina e Luchi, que substituíam o treinador suspenso Bonitta, revoltaram-se com a equipe mais de uma vez, fazendo inserções graduais de reservas, mas o resultado não mudava. A corrida está marcada, ou pelo menos parece, desde que o CMC não encontrasse o caminho certo para vencer, causando dificuldades ao Modena, restando trazer à tona sua recém descoberta, Klapwijk, até a convulsiva e espetacular final na qual, as brincadeiras de Patriarca e os ataques de Cricca, reabriram inacreditavelmente a partida.



O CMC continua com fôlego, mas pára em 10-8 no quarto set, quando Cebulj retorna para crise e Tillie e Modena erguem um muro de concreto, aumentado por Deroo, contra o qual se rompem as esperanças restantes do Ravenna.

Tradução: Raiane Oliveira

Fonte: http://dal15al25.gazzetta.it/2014/01/16/ancora-leffetto-bruninho-modena-passa-a-ravenna/

9 de janeiro de 2014

Bruninho estreia com vitória pelo Modena

Foi sob os olhares de 3,4 mil pessoas que o levantador Bruninho voltou a vestir a camisa do Modena, nesta quarta-feira (8), pela 11ª rodada do Italiano masculino de vôlei. Escalado como titular desde o primeiro set, o brasileiro fez um jogo mais objetivo, voltado basicamente sobre o oposto Bartman, que se deu bem e marcou 28 pontos no total.
 
Desta forma, o Modena se saiu melhor que o Cuneo e marcou 3 sets a 1, parciais de 25/22, 21/25, 27/25 e 25/18, em 1h52 de disputa. Pelo outro lado, o francês Rouzier rodou 20 bolas. Foi a quarta vitória do Modena, que chegou aos 16 pontos e fechou o primeiro turno em sexto lugar. Com o mesmo número de vitórias, o Cuneo congelou nos 13 e caiu para oitavo.
 
Em busca de uma melhor campanha no returno, o time de Bruninho tem tudo para somar mais pontos diante do vice-lanterna Ravenna, no próximo dia 16, fora de casa. Já o Cuneo tem menos tempo para consertar os erros. No sábado (11), Rouzier e companhia enfrentam o Perugia, o vice-líder, no ginásio dos oponentes.

Fonte: Saque Viagem

28 de dezembro de 2013

RJ sua para bater o MOC dentro de casa

 O RJ Vôlei sofreu, mas conseguiu vencer e ir para 2014 de forma mais leve. Neste sábado (28), a equipe de Marcelo Fronckowiak recebeu o Montes Claros Vôlei, em partida válida pela terceira rodada do returno da Superliga masculina, e suou para fazer 3 sets a 0 (29/27, 26/24 e 21/19). 

Assim, os cariocas marcam três pontos na tabela e chegam a 28, ocupando provisoriamente o terceiro lugar geral. Já o MOC não saiu da marca dos 12 tentos, tampouco da nona colocação do campeonato. 

Agora, as duas equipes têm um período de descanso para voltar com tudo para 2014. No dia 7 do mês que vem, o RJ recebe o Funvic/Taubaté, a partir das 20 horas (de Brasília). No mesmo dia e horário, os mineiros têm encontro com o ModaMaringá Vôlei, em casa.


O RJ sofreu para conseguir colocar a bola no chão na primeira etapa, em que Wanderson roubou a cena e deu trabalho. Além do ataque, o Montes Claros também teve boa atuação nos demais fundamentos, o que deixou o jogo equilibrado. Bruninho e companhia só conseguiram vencer na reta final graças ao excesso de erros cometidos pelos mineiros, que cederam 13 pontos de graça, o que foi fundamental para o placar final de 29 a 27. 

No segundo tempo, Vissotto resolveu acordar para ajudar os meninos do Rio de Janeiro. Com oito pontos marcados, todos de ataque, o oposto não quis saber da marcação e ajudou o RJ a se dar bem. E por falar em marcação, desta vez foram os fluminenses que tiveram boa passagem no bloqueio. Com cinco pontos neste quesito, eles controlaram o Montes Claros, que perdeu por 26 a 24. 

O RJ manteve o bom ritmo e conseguiu caminhar para o triunfo. Embora os oponentes tenham mantido a agressividade, os donos da casa os controlaram com a boa leitura no bloqueio. Thiago Sens e Vissotto foram bem neste quesito e ajudaram o time a fazer 21 a 19 e confirmar o triunfo, que deu tranquilidade para a equipe passar a virada do ano. 
 

Fonte: Saque Viagem

22 de dezembro de 2013

Maringá derruba RJ no PR

 Teve catimba. Teve reclamação. Mas teve também muita emoção no longo confronto entre ModaMaringá Vôlei e RJ Vôlei, que só terminou nos primeiros minutos deste domingo (22), no Paraná. E teve, como sempre, o show particular de Lorena, que regeu a torcida do Chico Neto para conduzir os donos da casa à vitória em 3 a 2, parciais de 21/19, 18/21, 16/21, 21/18 e 15/13.

O canhoto, decisivo no set de desempate, marcou sozinho 17 pontos, levando o Maringá aos 17 pontos na tabela. Com isso, os locais empataram com o Vivo/Minas, dono da sexta posição da Superliga masculina. Já os cariocas, que viram Vinícius pontuar 23 vezes, foram a 25 e seguraram de forma provisória a terceira colocação.

Antes do final do ano, a trupe de Marcelo Fronckowiak ainda tem um compromisso por fazer. E é no dia 28, com o Montes Claros Vôlei, no ginásio do Tijuca. Os paranaenses também entram em quadra no mesmo dia, quando visitam o Kappesberg/Canoas no Rio Grande do Sul. Os jogos fazem parte da segunda rodada do returno.

Maringá abre bem e fatura primeiro set
O RJ pisou no Chico Neto com uma campanha melhor que a do Maringá. Mas os primeiros minutos  não foram nada bons para os cariocas, que colecionaram uma série de erros de saque e ataque. Marcelo Fronckowiak não ficou nada satisfeito e precisou queimar os dois pedidos de tempo. A essa altura, o duelo estava 11 a 4 para os mandantes.

Mas a equipe de Bruninho reagiu, fruto dos ataques potentes de Leandro Vissotto, e encostou nos paranaenses. Cauteloso, Douglas Chiarotti chamou o grupo para uma conversa. Ainda assim, o Maringá teve muito trabalho para conter o RJ Vôlei, que chegou a empatar na reta final. Mas, em um bloqueio poderoso, o sexteto da casa fechou em 21 a 19.

RJ dá o troco e empata o confronto
O crescimento na reta final do primeiro set deu ânimo ao RJ Vôlei, que abriu o segundo mais concentrado. Bem diferente do sexteto de verde, que não apresentou a mesma postura agressiva e tomou muitos pontos. Com isso, Chiarotti precisou agir e brecou a disputa. Os visitantes, porém, não perderam a dianteira.

Antes da segunda parada obrigatória, o Maringá esboçou uma leve recuperação e se aproximou do RJ Vôlei. O crescimento, no entanto, não foi o suficiente para se chegar à igualdade. E graças aos ataques potentes de Vinícius. O ponteiro também mostrou competência no bloqueio para conduzir o time ao triunfo em 21 a 18.

Reclamações tomam conta do terceiro set  
Uma confusão tomou conta do terceiro set, que ficou por minutos paralisado em razão de um erro de rodízio do Maringá. Com isso, os pontos marcados pelos mandantes na rotação errada foram descontados. As reclamações ganharam ainda mais força após uma invasão de Lorena na linha dos 3 metros. Apesar da demora, a arbitragem deu bola favorável aos cariocas. E acertou.

Por alguns minutos, a disputa ficou equilibrada, sempre com as duas equipes coladas no placar. Isso até o bloqueio do RJ Vôlei dar o ar da graça e fazer a diferença. Foram, no total, cinco pontos seguidos (9/14). A marcação provocou a inversão do 5-1, com Gelinski e Najari em quadra. A dupla, no entanto, não conseguiu evitar o 21 a 16 dos fluminenses.

Maringá provoca o tie-breakRicardinho e Lorena voltaram a ocupar a vaga de titular no quarto set. Já Quiroga deu lugar a Renan, que havia terminado em quadra a parcial anterior. E os donos da casa abriram muito bem a disputa, dando a pinta de que o Chico Neto assistiria a um tie-break. Porém, um erro de Lorena no saque representou o início do crescimento dos visitantes.

Vinícius, em grande noite, foi importante para a recuperação e aproveitou praticamente todas as bolas levantadas por Bruninho. Rafael, porém, voltou a deixar o Maringá em boa situação na boa passagem pelo saque. O RJ Vôlei correu para tirar a gordura, mas os comandados de Chiarotti souberam administrar a pressão para provocar o tie-break.

Torcida da casa comemora a vitória do MaringáNo ritmo do “eu acredito” vindo das arquibancadas, o Maringá se encheu de confiança para o set de desempate. Lorena, inspirado, acertou praticamente todos os ataques e empolgou a torcida. Mas o RJ Vôlei não jogou a toalha, mesmo com o placar de 6 a 2 contrários. E fez muito bem. Nos golpes potentes de Vissotto, o time virou para 8 a 7.

Em um confronto cheio de alternativas, os dois times brincaram de se revezar na liderança. Em parte, pelo ataque firme de Vissotto. Do outro lado, Lorena respondeu muito bem. O equilíbrio animou ainda mais a torcida do Chico Neto, que acompanhou de pé os últimos pontos. E a explosão se deu no ataque mortal de Renato Russomano, o MVP do jogo, pelo meio fundo (15/13).

Fonte: Saque Viagem

15 de dezembro de 2013

Em noite de Wallace, Sada vence RJ e mantém 100%

 Vencer o Sada Cruzeiro já era tarefa difícil para o RJ Vôlei, que tinha a difícil missão de enfrentar o melhor time da Superliga na noite deste sábado (14). Pior. Dentro do caldeirão do Riachão, onde a equipe de Marcelo Mendez é quase imbatível. E ficou ainda mais complicado diante da jornada inspiradíssima de Wallace, que marcou sozinho mais do que um set.

Foram no total 23 pontos do camisa 8, eleito com sobras o melhor jogador da partida. Já para o Sada foi a décima vitória seguida, concretizada depois do triunfo por 3 sets a 1 e parciais de 21/12, 21/18, 19/21 e 21/13. Com o resultado, a Raposa foi a 30 pontos e abriu cinco de vantagem para o Sesi-SP, que tomou a vice-liderança dos cariocas, agora em terceiro, com 24.

E os cruzeirenses podem virar para o segundo turno com uma diferença ainda maior. Na quinta-feira (19), os comandados de Marcelo Mendez recebem o Vôlei Brasil Kirin, em confronto atrasado da sétima rodada. Já o atual campeão brasileiro passa a pensar no returno, com início no dia 21, data do duelo com o Moda Maringá Vôlei no Paraná.

Sada passeia no primeiro set
Testemunha da reedição da última final da Superliga, a torcida do Sada assistiu a um passeio dos donos da casa no primeiro set. Passeio que começou a ser desenhado a partir dos ataques certeiros de Wallace e Dias, substituto de Leal, que sentiu o tornozelo no início do confronto. Mesmo sem o cubano, os cruzeirenses abriram distância sobre os adversários.

Insatisfeito, Marcelo Fronckowiak pediu tempo e despejou bronca sobre o grupo, muito mal na virada de bola. Mas a chamada de atenção não surtiu qualquer efeito. Apáticos, os atuais campeões da Superliga não conseguiram diminuir a distância, que só parou de crescer após Dias cravar para colocar 21 a 12.

RJ evolui, mas Sada abre 2 a 0
O RJ Vôlei assimilou bem a má apresentação e apresentou outro voleibol a partir do segundo set. Com isso, a disputa ficou mais equilibrada desde os primeiros minutos, dando ares de fato de um encontro entre os finalistas da última edição. Mas Wallace, pra lá de inspirado, não deixou o ritmo dos donos da casa cair.

Do outro lado, Leandro Vissotto cresceu de rendimento e foi a principal válvula de escape de Bruninho. Mas, apesar da melhora, o sexteto de Fronckowiak falhou mais do que deveria, e em uma partida tão equilibrada este fator pesou. Melhor para os cruzeirenses, que foram firmes para marcar 21 a 18.

Cariocas diminuem a desvantagem
A derrota parcial por 2 a 0 não inibiu o RJ Vôlei, que entrou no terceiro set disposto a engrossar a vida dos adversários. E a primeira providência foi diminuir os erros, obrigando o Sada a correr atrás dos próprios pontos. Neste ritmo, os fluminenses chegaram à frente no placar nas duas paradas técnicas, fato inédito no duelo no Riachão.

Na tentativa de buscar os visitantes no placar, os meninos de Marcelo Mendez abusaram do direito de errar no saque. Diante disso, nem os seis pontos de Wallace bastaram. Melhor no setor ofensivo, o RJ Vôlei segurou a pressão na reta decisiva e diminuiu a vantagem dos cruzeirenses, que tomaram 21 a 19.

Celestes mantêm a invencibilidade
Querendo estender o duelo até o tie-break, o RJ Vôlei entrou cheio de moral para a quarta parcial. Mas o Sada tratou de jogar logo água fria na empolgação dos fluminenses e voltou a assumir as rédeas do confronto. Fronckowiak não gostou nada da queda de rendimento dos comandados, que chegaram a liderar as primeiras disputas de bola, e pediu tempo.

As broncas, porém, não fizeram o RJ Vôlei diminuir a diferença para o Sada. Diante disso, Fronckowiak tirou Bruninho, Vissoto e Rodrigão. De nada adiantou. E nem mesmo a bronca da torcida com Dias, que precisou ouvir os gritos de “Leal, Leal” das arquibancadas, impactou no melhor ritmo dos cruzeirenses, que fecharam a disputa com 21 a 13 no último set. 

Fonte: Saque Viagem

11 de dezembro de 2013

RJ Vôlei se recupera após sequência de 2 derrotas


Os visitantes, porém, foram mais felizes nos momentos de pressão da partida, recheada de bons ralis. Os donos da casa, ao contrário, não tiveram a mesma paciência e erraram aos montes. Em um jogo tão equilibrado, as falhas custaram caro. No caso do Canoas, custaram pontos importantes na defesa da quinta colocação.
 
Já para o RJ Vôlei, que vinha de dois resultados negativos, a maior tranquilidade rendeu a oitava vitória em dez partidas. Com isso, os fluminenses foram a 24 pontos e reassumiram a vice-liderança. Por sua vez, o Canoas conheceu a quinta derrota e não deixou os 14 pontos que iniciou a etapa.
 
Com a confiança recuperada, o RJ Vôlei faz as malas e parte cheio de esperança para Contagem (MG), palco da reedição da última Superliga com o Sada Cruzeiro. O clássico está previsto para as 21h30 (de Brasília). Antes, às 18, o time de Gustavo tenta se despedir do turno com um triunfo sobre o São Bernardo Vôlei, mais uma vez no La Salle.

Os visitantes, porém, foram mais felizes nos momentos de pressão da partida, recheada de bons ralis. Os donos da casa, ao contrário, não tiveram a mesma paciência e erraram aos montes. Em um jogo tão equilibrado, as falhas custaram caro. No caso do Canoas, custaram pontos importantes na defesa da quinta colocação.
 
Já para o RJ Vôlei, que vinha de dois resultados negativos, a maior tranquilidade rendeu a oitava vitória em dez partidas. Com isso, os fluminenses foram a 24 pontos e reassumiram a vice-liderança. Por sua vez, o Canoas conheceu a quinta derrota e não deixou os 14 pontos que iniciou a etapa.
 
Com a confiança recuperada, o RJ Vôlei faz as malas e parte cheio de esperança para Contagem (MG), palco da reedição da última Superliga com o Sada Cruzeiro. O clássico está previsto para as 21h30 (de Brasília). Antes, às 18, o time de Gustavo tenta se despedir do turno com um triunfo sobre o São Bernardo Vôlei, mais uma vez no La Salle.

8 de dezembro de 2013

Sesi se recupera e aplica segundo revés ao RJ

O Sesi-SP se recuperou da derrota esmagadora que sofreu para o Sada Cruzeiro na última rodada e ganhou moral para seguir na disputa da Superliga masculina. Isso porque o time de Lucão derrotou o RJ Vôlei, em pleno ginásio da Tijuca, e assumiu a vice-liderança nesse sábado (7).

Mas a caminhada até os três pontos conquistados na classificação não foi fácil. Para fazer 3 sets a 1 (21/19, 24/22, 20/22 e 21/19), o Sesi precisou de concentração. Logo no primeiro set, a disputa foi boa. Com os ataques entrando bem, as duas equipes se revezaram na liderança até o time de São Paulo conseguir, pela primeira vez, abrir dois de vantagem (16/14). Isso só foi possível graças ao bloqueio. Assim, o time de vermelho venceu por 21 a 19.

Mesmo com o crescimento dos donos da casa no bloqueio e no saque, o sexteto da capital paulista conseguiu o triunfo na segunda etapa. E isso só foi possível graças à bondade dos rivais, que cederam oito pontos e facilitaram. Resultado: 24 a 22 para os comandados de Marcos Pacheco. A parcial contou, ainda, com a saída de Thiago Alves. Jogando bem até então, o ponteiro sentiu o ombro e foi substituído por Vinícius.


Sem baixar a cabeça, o RJ voltou melhor para o terceiro tempo. Com Vinícius como titular, a equipe fluminense contou com o crescimento de Vissotto no jogo. O oposto apareceu bem tanto no ataque quanto no paredão e guiou os donos da casa rumo ao triunfo por 22 a 20. Além disso, os meninos de Marcelo Fronckowiak diminuíram o número de erros e pararam de facilitar para os paulistas.

A quarta parcial teve um início equilibrado (3/3), mas, com um bloqueio de Evandro, o Sesi abriu dois tentos (6/4). A turma de Lucarelli, eleito o melhor da partida, manteve a vantagem de dois pontos (15/13), porém Rodrigão tratou de recolocar o RJ no embate, ao interceptar um ataque dos oponentes e empatar em 16. A disputa seguiu ponto a ponto, até que um bloqueio certeiro do Sesi fechou a disputa em 21 a 19. 

Com esta vitória, os paulistas vão a 23 pontos na tabela, passando para o segundo lugar, enquanto os cariocas seguem com 21 e ficam em terceiro. E é com este embalo que o Sesi vai para o duelo com o Montes Claros no próximo sábado (14), em casa. Por sua vez, o time carioca tenta frear a série de duas derrotas seguidas, mas para isso vai precisar superar o Kappesberg/Canoas,  na terça-feira (10), no Sul. 


Fonte: Saque Viagem